domingo, 1 de dezembro de 2013

O RECREIO em Seminário.


O RECREIO: Letramento oficial, gestão escolar e a abordagem de "gênero" em espaços pedagógicos
Dia 12 de dezembro de 2013
Tarde e Noite
Campus XV
UNEB - Valença



Transferido para o semestre 2014.1 com data a ser confirmada...

quinta-feira, 3 de outubro de 2013

A invençao da fome brasileira...

O APELO DISCURSIVO NO USO DA IMAGEM NORDESTINA DE FAMINTO: DA SUA INSTITUCIONALIZAÇÃO NO PROGRAMA DE MERENDA ESCOLAR À EDIFICANTE TECNOLOGIA DE GOVERNO NO BRASIL CONTEMPORÂNEO.


Cora Corinta Macedo de Oliveira



  
Resumo
O presente ensaio retoma a trajetória da pesquisadora e autora no estudo do discurso de fome no Brasil. Para tanto ela irá pressupor que as condições de produção do dito a fome brasileira termina por reduzir o Outro – o suposto faminto – ao seu próprio estomago; instituindo daí uma imagem de faminto distanciada da possibilidade de empoderar-se de um poder político, de decisões sobre a condução da construção da cidadania brasileira. A idéia imagética de faminto descritas em palavras estaria sendo produzida a partir dos anos 30 no paralelo da “descoberta da fome” pelo medico nutrologo Josuel de Castro e oportunizada para os dias de hoje pela mídia jornalística e televisiva e também via internet. A "fome brasileira” enquanto uma categoria totalizadora logrou-se capaz de abarcar em si os possíveis conceitos de desigualdades sociais operantes no Brasil, tornando-se hegemônica no discurso político governamental quando afirma que é a fome o mal maior em nosso país. Refletir sobre o sentido do dito “combate a fome brasileira” é o que se deseja neste ensaio de forma a sugerir pistas para a discussão sobre a violência institucional e seus desdobramentos nas relações sociais, particularmente quando se enfrenta as péssimas condições das escolas públicas das series iniciais, e os altos índices de “criminalidade” praticada por crianças e jovens no Brasil.


Palavras chave: fome brasileira; desigualdades sociais; etnografia; cinema novo; escola básica; violência.  



http://www.apantropologia.org/congresso2013/tema-de-congresso/ 








domingo, 12 de maio de 2013


O conceito de TRADICIONAL reproduzido e produzido culturalmente na aprendizagem de formação do pedagogo em universidades baianas. Breve reflexão.
                                                                                     
                 Cora Corinta Macedo de Oliveira
 
Resumo


A problematização do conceito de tradicional está oportunizada pela atuação da pesquisadora e autora deste ensaio na formação de pedagogos e também pela condição de estudante da licenciatura em pedagogia. Uma vez atuando na formação de pedagogos nos últimos oito anos, sempre lhe causou estranheza à reprodução literal por estudantes do conceito de “pedagogia tradicional” e/ou “educação tradicional” e estes dois como sinônimos. Uma reprodução que, supostamente, instiga a produção cultural de uma ideologia que entende o tradicional como algo pejorativo, menor e irremediavelmente passível de superação; tal prerrogativa é sugestiva de uma relação de alienação, pois ao se negar a dita “Educação Tradicional” caminha-se para afirma-la em seu caráter cientifico. Ou seja, o que a “Educação” tem entre nós de mais tradicional é o que herdamos da sua perspectiva cientifica. Da “Pedagogia Tradicional” poderíamos indagar se neste caso se trata de entendê-la como conservadora? Uma pedagogia que abusa da autoridade docente e termina por estabelecer uma relação de autoritarismo na reprodução de conceitos, em particular – científicos? Nisto, o presente ensaio se propõe apresentar uma breve reflexão sobre o conceito de TRADICIONAL reivindicando outras leituras para sua abordagem na formação profissional do pedagogo.


Palavras chave: alteridade; conservadorismo; educação bancária.
 http://www.sefeliufs.p.ht/



http://www.youtube.com/watch?v=uEBOiQ9ss0w

Cada macaco no seu galho
Xô xuá
Eu não me canso de falar
Xô xuá
O meu galho é na Bahia
Xô xuá
O seu é em outro lugar
Xô xuá
Cada macaco no seu galho
Xô xuá
Eu não me canso de falar
Xô xuá
O meu galho é na Bahia
Xô xuá
O seu é em outro lugar
Não se aborreça moço da cabeça grande
Você vem não sei de onde
Fica aqui não vai pra lá
Esse negócio da mãe preta ser leiteira
Já encheu sua mamadeira
Vá mamar noutro lugar

Xô xuá
Cada macaco no seu galho
Xô xuá
Eu não me canso de falar
Xô xuá
O meu galho é na Bahia
Xô xuá
O seu é em outro lugar
Não se aborreça moço da cabeça grande
Você vem não sei de onde
Fica aqui não vai pra lá
Esse negócio da mãe preta ser leiteira
Já encheu sua mamadeira
Vá mamar noutro lugar

Xô xuá
Cada macaco no seu galho
Xô xuá
Eu não me canso de falar
Xô xuá
O meu galho é na Bahia
Xô xuá
O seu é em outro lugar
Xô xuá
Cada macaco no seu galho
Xô xuá
Eu não me canso de falar
Xô xuá
O meu galho é na Bahia
Xô xuá








  
 

 

terça-feira, 12 de março de 2013

Ola Turma estamos de volta as nossas atividades  agora no semestre 2013.1 a partir de três tematicas: Politicas Educacionais oferecida em modalidade EAD, Antropologia e Educação e Tópicos de Educação e Contemporaneidade...