O conceito de TRADICIONAL reproduzido e produzido culturalmente na aprendizagem de formação do pedagogo em universidades baianas. Breve reflexão.
Cora Corinta Macedo de Oliveira
Resumo
A problematização do conceito de tradicional está oportunizada pela atuação da pesquisadora e autora deste ensaio na formação de pedagogos e também pela condição de estudante da licenciatura em pedagogia. Uma vez atuando na formação de pedagogos nos últimos oito anos, sempre lhe causou estranheza à reprodução literal por estudantes do conceito de “pedagogia tradicional” e/ou “educação tradicional” e estes dois como sinônimos. Uma reprodução que, supostamente, instiga a produção cultural de uma ideologia que entende o tradicional como algo pejorativo, menor e irremediavelmente passível de superação; tal prerrogativa é sugestiva de uma relação de alienação, pois ao se negar a dita “Educação Tradicional” caminha-se para afirma-la em seu caráter cientifico. Ou seja, o que a “Educação” tem entre nós de mais tradicional é o que herdamos da sua perspectiva cientifica. Da “Pedagogia Tradicional” poderíamos indagar se neste caso se trata de entendê-la como conservadora? Uma pedagogia que abusa da autoridade docente e termina por estabelecer uma relação de autoritarismo na reprodução de conceitos, em particular – científicos? Nisto, o presente ensaio se propõe apresentar uma breve reflexão sobre o conceito de TRADICIONAL reivindicando outras leituras para sua abordagem na formação profissional do pedagogo.
Palavras chave: alteridade; conservadorismo; educação bancária.
http://www.sefeliufs.p.ht/http://www.youtube.com/watch?v=uEBOiQ9ss0w
Cada macaco no seu galho
Xô xuá
Eu não me canso de falar
Xô xuá
O meu galho é na Bahia
Xô xuá
O seu é em outro lugar
Xô xuá
Cada macaco no seu galho
Xô xuá
Eu não me canso de falar
Xô xuá
O meu galho é na Bahia
Xô xuá
O seu é em outro lugar
Não se aborreça moço da cabeça grande
Você vem não sei de onde
Fica aqui não vai pra lá
Esse negócio da mãe preta ser leiteira
Já encheu sua mamadeira
Vá mamar noutro lugar
Xô xuá
Cada macaco no seu galho
Xô xuá
Eu não me canso de falar
Xô xuá
O meu galho é na Bahia
Xô xuá
O seu é em outro lugar
Não se aborreça moço da cabeça grande
Você vem não sei de onde
Fica aqui não vai pra lá
Esse negócio da mãe preta ser leiteira
Já encheu sua mamadeira
Vá mamar noutro lugar
Xô xuá
Cada macaco no seu galho
Xô xuá
Eu não me canso de falar
Xô xuá
O meu galho é na Bahia
Xô xuá
O seu é em outro lugar
Xô xuá
Cada macaco no seu galho
Xô xuá
Eu não me canso de falar
Xô xuá
O meu galho é na Bahia
Xô xuá