sábado, 16 de julho de 2016

Carolina de Jesus e Machado de Assis: romances de um "estar" afro...



Titulo do curso  : Carolina de Jesus e Machado de Assis: romances de um "estar" afro...


No oportuno de ministrar um componente curricular que me autoriza circunscrever uma EMENTA me surgiu a ideia de estabelecer uma paralelo entre estas duas literaturas romancistas:  Machado de Assis e Carolina de Jesus. Apostando numa proposta de atividade pedagógica que nos favoreça para o pensamento da atualidade das resenhas sobre o negro na sociedade brasileira e particularmente nas relações escolares sob a batuta do profissional da pedagogia, se delineia a seguinte ementa:


O estudo da obra artística literária da escritora Carolina de Jesus  no paralelo da leitura machadiana que favoreça no pensamento pedagógico dimensões do "estar" negro ou estar afrodescendente no Brasil. Destacando desde o conteúdo da escritura características que possam transparecer no nosso cotidiano para uma versão afirmativa do "estar" negro. O uso do verbo "estar" em vez do "ser" esta posto com um sentido de abranger outras possibilidades no refletir sobre uma conflitada relação mestiça  entre nós.



Temática central

Carolina de Jesus, sobre ela - tenho escutado muito falar. De último assisti a um documentário a informação de que a leitura de suas obras é praticada em escolas de series iniciais nos EEUU enquanto que entre nós a desconhecemos nas suas entre linhas literárias. Nisto eu me incluo, salvo as informações sobre ela;  nunca li absolutamente nada e pois decidi lê-lá.  Para tanto organizo a partir daqui uma leitura coletiva entre estudantes do curso de pedagogia junto ao componente curricular que ministrarei no semestre corrente. Ao contrario, o mesmo não posso dizer da literatura de Machado de Assis; de sua produção literária estou certa de que alimentou a minha formação intelectual e o empoderamento do sentido de "estar" negra ou "estar" na condição de afro descendente. A minha leitura sobre a obra machadiana iniciaria ainda na adolescência e se edificou na preparação para o vestibular. Sabia tanto da sua escrita que não titubearia em identifica-la desde fragmentos...  Retoma-lo é rememorar tal empreendimento imagético: isto é o gosto pela literatura por ele produzida e seu sentido em mim do estar afro. Nisto vale questionar: como poderemos tecer  entre estudantes do curso de pedagogia um conceito da literatura de ambos para uma compreensão do seu sentido no nosso cotidiano pedagógico? Quais características literárias poderíamos estar ressaltando?


Encaminhamento

A leitura dos romancistas sugeridos acontecerá em equipe ; a turma será dividida em quatro (4) grupos incluindo os turnos matutino e vespertino. Cada grupo escolhera um livro de cada autor ficando assim responsável pela leitura (individual para cada componente) de dois livros. A partir da leitura agenciada por comentários (resenhas), documentários entre outras abordagens produzidas sobre os autores sugeridos iremos produzir os seminários.  Cada grupo (equipe) elaborara e apresentará o seminário. Também para elaboração do seminário será necessário reconhecer a posição de pedagog@s (minimo de dez por grupo) sobre a literatura de ambos. É dizer: Será que tais profissionais já leram Carolina de Jesus? já leram Machado de Assis? Saberiam estabelecer algum dado sobre a obra por eles produzidas? Importante que não seja uma entrevista pela entrevista, mas um bate papo aonde possamos identificar as pessoas (pedagog@s) abordadas.
Durante o semestre estaremos trabalhando para a produção do seminário elemento chave da avaliação do semestre.






Referencias:

Livros de Machado de Assis

  1. grupo A
  2. grupo B
  3. Grupo C
  4. Grupo D
Livros de Carolina de Jesus

  1. Grupo A
  2. Grupo B
  3. grupo C
  4. Grupo D



Serão construídas a partir da seleção pesquisada e elegida pelo conjunto de estudantes, não obstante desde aqui iniciamos a disponibiliza-la...




https://vinteculturaesociedade.wordpress.com/2013/05/15/a-literatura-afro-brasileira-e-seu-autor-maior-machado-de-assis/ 


Atualizado em 29/07/2016



segunda-feira, 11 de julho de 2016

Pipoca chegou!...

Ela se imaginar catando bosta canina nas ruas... Nunca! Olhava com desprezo para este gesto que cada dia mais se torna familiar entre por exemplo a gente soteropolitana residente no bairro da Barra cotidianamente andando com seus mais diversos tipos de cães. Sempre esteve afeita para os felinos. Não obstante tinha claro que tão logo estivesse residindo numa casa com quintal e jardim prontamente teria com ela uma espécie canina. Logo no primeiro movimento de habitar tal espaço, desde a construção da sua própria casa, uma vizinha da futura moradia foi logo lhe sinalizando. A cadela "Fome Zero" uma vira lata aqui da nossa rua (futura para ela - a autora da presente cronica) esta prenha e vai parir em novembro 2015. 
Desde sempre ela dizia: - quero felinos da "raça" siamesa; agora para um canino por certo será um vira lata. E não titubeou em candidatar-se a adotar uma cria da cadela Fome Zero. Nisto ela estava certa de que no máximo em fevereiro de 2016 ela já estaria morando na sua casa de jardim e quintal.   Qual nada! Ainda em julho de 2016 ela estava residindo num apartamento de cinquenta metros quadrados com a cadela que recebeu o nome de Pipoca e os dois felinos de nome : Leon (e) Tina. Para este momento desta saga ela deduziu que : OS CANINOS SÃO MENIN@S E OS FELIN@S SÃO VELH@S!
Isto pois desde...