Ela se imaginar catando bosta canina nas ruas... Nunca! Olhava com desprezo para este gesto que cada dia mais se torna familiar entre por exemplo a gente soteropolitana residente no bairro da Barra cotidianamente andando com seus mais diversos tipos de cães. Sempre esteve afeita para os felinos. Não obstante tinha claro que tão logo estivesse residindo numa casa com quintal e jardim prontamente teria com ela uma espécie canina. Logo no primeiro movimento de habitar tal espaço, desde a construção da sua própria casa, uma vizinha da futura moradia foi logo lhe sinalizando. A cadela "Fome Zero" uma vira lata aqui da nossa rua (futura para ela - a autora da presente cronica) esta prenha e vai parir em novembro 2015.
Desde sempre ela dizia: - quero felinos da "raça" siamesa; agora para um canino por certo será um vira lata. E não titubeou em candidatar-se a adotar uma cria da cadela Fome Zero. Nisto ela estava certa de que no máximo em fevereiro de 2016 ela já estaria morando na sua casa de jardim e quintal. Qual nada! Ainda em julho de 2016 ela estava residindo num apartamento de cinquenta metros quadrados com a cadela que recebeu o nome de Pipoca e os dois felinos de nome : Leon (e) Tina. Para este momento desta saga ela deduziu que : OS CANINOS SÃO MENIN@S E OS FELIN@S SÃO VELH@S!
Isto pois desde...
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